09 julho, 2017

UM PEDIDO FEITO PESSOALMENTE É 34 VEZES MAIS BEM SUCEDIDO DO QUE UM MAIL

“Ask in person: You’re less persuasive than you think over email”

Uma pesquisa  publicada recentemente no Journal of Experimental Social Psychology, descobriu que as pessoas tendem a superestimar o poder de sua persuasão através de uma comunicação baseada em texto e subestimam o poder de sua persuasão face to face. 

Por que as pessoas pensam que o e-mail é igualmente eficaz quando claramente não é ? A resposta é que muitas vezes, é mais conveniente e confortável usar a comunicação baseada em texto do que abordar alguém em pessoa.

Sabemos que o ato de comunicar é uma atividade essencial para a vida em sociedade e principalmente nas organizações. A comunicação direta evita ruídos e tem a capacidade de agregar um conjunto de benefícios para todos, o olho no olho traz credibilidade, confiança no processo. 

A interação face a face é um aspecto importantíssimo nas empresas, capaz de fortalecer as relações entre colaboradores, melhorar o ambiente de trabalho entre outros benefícios.

Se você tem um pedido importante a fazer ao seu colega de trabalho, não pense duas vezes: esqueça o e-mail e faça o pedido pessoalmente.

A mensagem final que gostaria de deixar é que antes de enviar um e-mail, certifique-se que o assunto foi alinhado e ele será escrito apenas para formalização. Caso não seja esse o intuito, ligue ou marque pessoalmente. Você será mais efetivo!! Não subestime a comunicação face to face. Ela é a melhor que existe.

REDAÇÃO LIFESTYLE EXECUTIVO: Marcela Martins Pimenta
Pesquisa divulgada em : Journal of Experimental Social Psychology
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LINGUAGEM DA MODA NO MUNDO CORPORATIVO

A quantidade de cargos executivos no Brasil vem crescendo e ganhando grandes proporções no mercado não somente masculino, como também o feminino. 




Nasce assim um novo estilo de vida, pessoas que consomem de uma maneira diferente, se interessam muito mais por literatura e tecnologia , apreciam a gastronomia de  autor, buscam viajar com roteiros e espaço de tempo  incomuns, além de consumir moda a maioria das vezes para o trabalho. Detalhes fazem toda a diferença, pois a agenda de um executivo é previamente programada e bem organizada.


A caneta ideal com o caderno tipo moleskine para anotações- ou mesmo o celular de ultima tecnologia, faz parte do cotidiano do executivo. A pasta, ou bolsa para laptops ou tablet sempre presente na junção do dress code. 

A maioria vive em viagens de negócios, onde é essencial uma mala de mão com espaço suficiente para camisas calças e nécessaires, além é claro dos acessórios de trabalho. 




As roupas são discretas, por isso as cores neutras e a escolha de tecidos tecnológicos e boa modelagem. Quanto mais alto o cargo de um executivo, maior seu nível de informação e exigência no quesito "moda". Em meio a viagens e reuniões, apreciam a leitura, degustam da alta gastronomia e bom vinho. Afinal, a vida de um executivo não é feita só de compromissos, não é mesmo? 




Para ser um executivo de valor é necessário dominar o ambiente político e conhecer pessoas, além estar antenado com o que acontece no mercado. O networking de um executivo é essencial para sua carreira, assim como sua reputação.

Num mercado onde as qualificações técnicas assemelham-se cada vez mais, os traços pessoais que não constam no currículo são muito valorizados.

A resiliência que  é a capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos, resistir à pressão em diversas situações é a competência mais procurada num alto executivo.  O ser Resiliênte é aquele que promove as transformações necessárias para alcançar seus objetivos. Além da inteligência emocional que é a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.  Inspirar os outros, fazendo com que as coisas aconteçam através da equipe é outra qualidade bastante apreciada. 

A escolha do dress code reflete seus valores, suas intenções e personalidade, impactando diretamente nos negócios. A moda transmiti ideologia, estilo, crenças e até mesmo o lugar que ocupa no trabalho. David Rohlander escreveu o livro o código CEO que une exemplos pessoais, estudos de caso do mundo corporativo e lições aprendidas ao longo de sua trajetória profissional para oferecer conselhos práticos a todas as pessoas que aspiram uma posição de liderança.Focado em três áreas criticas: A comunicação essencial para alinhamento com todos, a execução de projetos e como lidar com sua equipe de modo a construir um ambiente de trabalho promissor que caminha sempre rumo ao sucesso!



Redação Lifestyle Executivo: Marcela Martins PimentaMatéria exclusiva para @_cult
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30 maio, 2017

VIVEMOS EM UMA ÉPOCA ONDE COLOCAMOS AS PESSOAS EM CAIXAS...

Talvez tenhamos mais em comum com os outros do que podemos imaginar. E esse vídeo retrata como utilizamos os esteriótipos para nos aproximar e ao mesmo tempo nos afastar das pessoas.

Em fração de segundos emitimos juízo de valor das pessoas sem ter informações e fatos...não temos controle consciente sobre isso.

O que precisamos saber é que esse inconsciente existe e temos que ser ensinados a pensar duas vezes antes de agir com base no julgamento que fizemos. Precisamos de informação para evitar criar esse juízo de valor vazio.



Com um simples movimento de perguntas sobre algo mais pessoal, novos grupos vão ser formando e cria-se uma nova visão para aqueles que nunca imaginaram ter algo em comum com essas pessoas. E a simpatia acontece naturalmente porque você descobre algo em comum.

Pensando nos ambientes que estamos inseridos sem ter que ir além do que já está ao nosso redor, vale a reflexão sobre a exclusão que fazemos com as pessoas que estão a nossa volta...



Nós somos e seremos preconceituosos, porque isso esta relacionado as  questões mais primitivas, certo? Mas, o que eu faço a partir dessa informação é que se torna fundamental em nossas vidas. 


O preconceito é um artifício usado perante o desconhecido ou estranho, mas que acaba se tornando um grande problema social.
Ele é um mecanismo de sobrevivência, um conjunto de sistemas integrados no cérebro que faz com que a gente se deparando com uma experiência, entenda que ela é perigosa e saiba como se proteger e proceder diante dela. 
Por isso, nos aproximamos do que e semelhante do que é igual e não me oferece perigo e nos afastamos daquilo que é diferente, mesmo sabendo se oferece ou não perigo. É nessa perspectiva que introduzo os estudos da neurociência, onde pesquisadores americanos da universidade da Califórnia em Los Angeles descobriram que ser ignorado socialmente causa a mesma reação no cérebro que uma agressão física.

A rejeição social é tão difícil de suportar quanto a dor física. O cérebro produz respostas similares para aliviar o sofrimento de uma rejeição da mesma forma que faz para lidar com um machucado.

Entenda como os preconceitos são formados no cérebro: 


A essência da dor social é caracterizada por exclusão, rejeição, humilhação e/ou descriminação. Não  somos responsáveis pelo que sentimos, mas sim pelo que fazemos. 

Então, por que devemos ser mais inclusivos? 
  • Pessoas inclusivas fazem novas conexões facilmente;
  • São pró-ativos;
  • Não tem preconceitos ou sentimentos de posse;
  • Percebem que ate receberam mais que do que pediram, mas que isso não é extremamente satisfatório;
  • Tem alta inteligência interpessoal e são emocionalmente honestas;
  • Sabem como é importante brilhar com o melhor de si;
  • Pensam em soluções;
E cuidado com o muro que protege você da rejeição, pois ele também te isola do amor e sucesso.

Temos o direito de ser diferentes sempre que a igualdade nos descaracterize e de sermos iguais sempre que a diferença nos exclua - frase de Lia Diskin



Esse video e insumos de hoje foi fruto de uma palestra que participei essa semana com uma profissional fantástica, a Ines Cozzo que é palestrante, consultora e escritora internacional especialista em processos de neuroaprendizagem e neurobusiness.
http://inescozzo.com

Redação Lifestyle Executivo: Marcela Martins Pimenta
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18 abril, 2017

6 LIÇÕES DO FILME: O SR ESTAGIÁRIO

Muitas lições e aprendizados ao assistir esse filme que é simplesmente fantástico.


Já pensou se sua empresa contratasse um estagiário de 70 anos? Pois é exatamente isso que acontece no filme ‘O Senhor Estagiário’

À primeira vista, o grande mote deste filme é a recolocação de um senhor de 70 anos no mundo corporativo e o conflito de gerações que pode haver no dia a dia da organização.

O contraponto da juventude e da experiência trazem algumas reflexões que foram mostradas ao longo do filme. Vou listar 6 delas para vocês:

1)Aproveite que é jovem para inovar, ousar e fazer diferente! A empresa espera isso de vocês e já que estão com tanta energia concentre-se em fazer acontecer.

2)A experiência requer horas de voô. Ela não deve ser ignorada. Aprenda com os mais velhos e reduza sua curva de aprendizado! Pergunta e Escute.

3)Bom humor e o otimismo são algumas das características encontradas nos personagens principais, que são essenciais ao profissional de qualquer geração.

4)Valorize o contato pessoal: Estamos mais conectados e temos a tecnologia aos nossos pés, mas nada substitui um boa conversa, principalmente para resolver conflitos. Não se esconda através de e-mails.

5)Vestir-se adequadamente :A nova geração é descolada, e erra muito na forma de se vestir exagerando no estilo `largado`. Já a velha guarda, SCHOOL sabe se vestir adequadamente para o ambiente de trabalho. Não é somente o que vestir, mas como ser vestir e principalmente como se comportar

6)Sobre o comportamento: E vale para todas as gerações. Respeitar o próximo, o espaço e viver bem na diversidade.



Para quem ainda não viu, sugira na sua empresa uma sessão pipoca




REDAÇÃO LIFESTYLE EXECUTIVO: Marcela Martins Pimenta
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