30 maio, 2017

VIVEMOS EM UMA ÉPOCA ONDE COLOCAMOS AS PESSOAS EM CAIXAS...

Talvez tenhamos mais em comum com os outros do que podemos imaginar. E esse vídeo retrata como utilizamos os esteriótipos para nos aproximar e ao mesmo tempo nos afastar das pessoas.

Em fração de segundos emitimos juízo de valor das pessoas sem ter informações e fatos...não temos controle consciente sobre isso.

O que precisamos saber é que esse inconsciente existe e temos que ser ensinados a pensar duas vezes antes de agir com base no julgamento que fizemos. Precisamos de informação para evitar criar esse juízo de valor vazio.



Com um simples movimento de perguntas sobre algo mais pessoal, novos grupos vão ser formando e cria-se uma nova visão para aqueles que nunca imaginaram ter algo em comum com essas pessoas. E a simpatia acontece naturalmente porque você descobre algo em comum.

Pensando nos ambientes que estamos inseridos sem ter que ir além do que já está ao nosso redor, vale a reflexão sobre a exclusão que fazemos com as pessoas que estão a nossa volta...



Nós somos e seremos preconceituosos, porque isso esta relacionado as  questões mais primitivas, certo? Mas, o que eu faço a partir dessa informação é que se torna fundamental em nossas vidas. 


O preconceito é um artifício usado perante o desconhecido ou estranho, mas que acaba se tornando um grande problema social.
Ele é um mecanismo de sobrevivência, um conjunto de sistemas integrados no cérebro que faz com que a gente se deparando com uma experiência, entenda que ela é perigosa e saiba como se proteger e proceder diante dela. 
Por isso, nos aproximamos do que e semelhante do que é igual e não me oferece perigo e nos afastamos daquilo que é diferente, mesmo sabendo se oferece ou não perigo. É nessa perspectiva que introduzo os estudos da neurociência, onde pesquisadores americanos da universidade da Califórnia em Los Angeles descobriram que ser ignorado socialmente causa a mesma reação no cérebro que uma agressão física.

A rejeição social é tão difícil de suportar quanto a dor física. O cérebro produz respostas similares para aliviar o sofrimento de uma rejeição da mesma forma que faz para lidar com um machucado.

Entenda como os preconceitos são formados no cérebro: 


A essência da dor social é caracterizada por exclusão, rejeição, humilhação e/ou descriminação. Não  somos responsáveis pelo que sentimos, mas sim pelo que fazemos. 

Então, por que devemos ser mais inclusivos? 
  • Pessoas inclusivas fazem novas conexões facilmente;
  • São pró-ativos;
  • Não tem preconceitos ou sentimentos de posse;
  • Percebem que ate receberam mais que do que pediram, mas que isso não é extremamente satisfatório;
  • Tem alta inteligência interpessoal e são emocionalmente honestas;
  • Sabem como é importante brilhar com o melhor de si;
  • Pensam em soluções;
E cuidado com o muro que protege você da rejeição, pois ele também te isola do amor e sucesso.

Temos o direito de ser diferentes sempre que a igualdade nos descaracterize e de sermos iguais sempre que a diferença nos exclua - frase de Lia Diskin



Esse video e insumos de hoje foi fruto de uma palestra que participei essa semana com uma profissional fantástica, a Ines Cozzo que é palestrante, consultora e escritora internacional especialista em processos de neuroaprendizagem e neurobusiness.
http://inescozzo.com

Redação Lifestyle Executivo: Marcela Martins Pimenta
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18 abril, 2017

6 LIÇÕES DO FILME: O SR ESTAGIÁRIO

Muitas lições e aprendizados ao assistir esse filme que é simplesmente fantástico.


Já pensou se sua empresa contratasse um estagiário de 70 anos? Pois é exatamente isso que acontece no filme ‘O Senhor Estagiário’

À primeira vista, o grande mote deste filme é a recolocação de um senhor de 70 anos no mundo corporativo e o conflito de gerações que pode haver no dia a dia da organização.

O contraponto da juventude e da experiência trazem algumas reflexões que foram mostradas ao longo do filme. Vou listar 6 delas para vocês:

1)Aproveite que é jovem para inovar, ousar e fazer diferente! A empresa espera isso de vocês e já que estão com tanta energia concentre-se em fazer acontecer.

2)A experiência requer horas de voô. Ela não deve ser ignorada. Aprenda com os mais velhos e reduza sua curva de aprendizado! Pergunta e Escute.

3)Bom humor e o otimismo são algumas das características encontradas nos personagens principais, que são essenciais ao profissional de qualquer geração.

4)Valorize o contato pessoal: Estamos mais conectados e temos a tecnologia aos nossos pés, mas nada substitui um boa conversa, principalmente para resolver conflitos. Não se esconda através de e-mails.

5)Vestir-se adequadamente :A nova geração é descolada, e erra muito na forma de se vestir exagerando no estilo `largado`. Já a velha guarda, SCHOOL sabe se vestir adequadamente para o ambiente de trabalho. Não é somente o que vestir, mas como ser vestir e principalmente como se comportar

6)Sobre o comportamento: E vale para todas as gerações. Respeitar o próximo, o espaço e viver bem na diversidade.



Para quem ainda não viu, sugira na sua empresa uma sessão pipoca




REDAÇÃO LIFESTYLE EXECUTIVO: Marcela Martins Pimenta
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A PRIMEIRA BEBIDA DE CAFÉ INCOLOR NO MUNDO

CLEAR COFFEE é a primeira bebida de café incolor no Mundo.

Fonte:clrcff.com
Se você está procurando um café refrescante, que ajude a manter o sorriso branco, Clear Coffee é a novidade!

Os inventores são os irmãos eslovacos David e Adam Nagy - fãs de café que procuravam por uma bebida que não manchasse seus dentes. 

Em três meses foi desenvolvida a receita, com uma combinação de tecnologia e ingredientes de alta qualidade. café é produzido por métodos que nunca foram utilizados antes segundo os inventores.

SOBRE O PRODUTO: 

Feita a partir de grãos de café Arábica como todos os drinques de café atualmente e água pura. O produto não contém corantes, conservantes, aromas artificiais e açúcar.

SOBRE O VALOR: 3 EUROS a garrafa de 200 ml




Só está disponível em prateleiras de varejo selecionadas em Londres, mas eles também enviarão para os EUA. ACESSE O SITE



REDAÇÃO e ADAPTAÇÃO LIFESTYLE EXECUTIVO: Marcela Martins Pimenta

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DESAFIO DAS GERAÇÕES: COMO LIDAR?

Uma das perguntas que mais tenho escutado é: COMO LIDAR COM O DESAFIO DAS GERAÇÕES?


 Pesquisas revelam que as empresas empregam, em média, funcionários de pelo menos três gerações diferentes. Por isso, o assunto tem sido pauta de muitos fóruns, debates e eventos.

Esse texto não tem como objetivo explorar as características de cada geração, até porque  temos muitas informações disponíveis em estudos feitos por especialistas no assunto. Gosto de estudar sobre o tema e acompanhar a evolução de cada geração. Pretendo tratar aqui tres tópicos essenciais para facilitar o movimento das empresas em relacao ao assunto.

Trouxe uma imagem ilustrativa para essa matéria que resume que o desafio esta centralizado nas pessoas e não necessariamente na geração que ela faz parte. Logo, GENTE não é igual a MATEMÁTICA.

Acredito que as organizações são 'organismos vivos' suficientemente capazes de evoluir encontrando dentro da sua cultura a melhor forma de receber, desenvolver e valorizar o melhor de cada um. Então, não se preocupe em 'mudar' seu jeito - Você corre o risco de perder sua 'essência'. As pessoas precisam se  adaptar aquele ambiente, as regras locais e todo o conjunto de valores que aquela empresa carrega e construiu ao longo de sua historia. Entretanto, estabelecer verdadeiramente uma cultura de dialogo é essencial!

A convivência gera conflito por si só e isso é natural. Não vejo o conflito como um problema. Existe um problema quando nos deparamos com confrontos que é a anulação do outro ou da ideia.

Vou explorar 3 tópicos acerca do tema: Desafio das gerações que acredito ser muito relevante nesse desafio em que as organizações se encontram.

1)BUSQUE PESSOAS QUE QUEIRAM APRENDER A APRENDER - ciclo: 'Aprender, Desaprender e Reaprender novamente’ ;

2)VALORIZE O MELHOR DE CADA GERAÇÃO -o melhor que cada pessoa tem a oferecer em seu momento;

3) O PROPÓSITO COMUM TEM QUE FAZER SENTIDO - e isso independe da geração.

1) As  organizações precisam de pessoas que queiram verdadeiramente aprender. Além de competências técnicas e específicas, reforço aqui o ciclo: 'Aprender, Desaprender e Reaprender novamente’,  citado por Toffler. Seja X, Y, Z ou baby boomer, conseguimos identificar essa capacidade nas pessoas pela simples forma de como elas olham as coisas. Quando deixamos de ver algo  apenas como ele é e começamos a  imaginar o jeito que poderia ser e na sua evolução... Essa é a chave para esse ciclo! Enxergar por outro lado. Perceber diferente. Dar espaço para que algo novo possa entrar em nossa mente.Então, busque contratar pessoas que tenham esse olhar e tente desenvolver nas pessoas o olhar diferente.                                                                     Faço um paralelo sobre como cada geração pode enxergar esse ciclo e suas dificuldades

GERAÇÃO Z: Tem muito que aprender (precisam de horas de voô pela falta de experiência), são muito rápidos com tecnologia, então reaprender,  desaprender pra essa geração e começar do zero é muito fácil. Mas, são impacientes!

GERAÇÃO X e Y: Podem ter mais dificuldade em reaprender já que conhecem de tudo um pouco e estão em cargos de media e alta liderança construindo sua carreira.

GERAÇÃO Baby Boomer: De forma geral aprender para essa geração é mais complexo e mais difícil, porem se estiverem dispostos teremos parceiros com muita experiência para nos apoiar. 

2)Sobre valorizar o melhor de cada geração: Acredito que tem muito a ver com a cultura da empresa e como ela consegue estabelecer parâmetros de trocas entre as pessoas. Cada um sabe das suas limitações (e o papel do lider é ajudar no sentido de direcionar o desenvolvimento de cada um), e as pessoas  encontram no dia a dia a maneira mais adequada de lidar com os conflitos. O mais jovem procura ouvir o mais velho e os mais velho pede ideias para o mais jovem, se o ambiente da empresa 'permitir' essa movimentação independente de chefia. Ter os mais velhos como mentores e jovens em grupo de discussão de novas ideias ajuda a empresa a garantir sua evolução.

3) O propósito comum tem que fazer sentido. E mais uma vez nos deparamos com o papel das organizações em deixar claro qual e seu o propósito. Alinhar expectativas com as pessoas sempre, pois estamos em constante evolução assim como as empresas. Estudos revelaram que o proposito é um valor estimado por todas geracoes, sendo esse aspecto comum em todas elas.
Finalizo parafraseando SHAKESPEARE:“Sabemos o que somos, mas nada sabemos sobre o que podemos ser”. 
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REDAÇÃ0 LIFESTYLE EXECUTIVO: Marcela Martins Pimenta
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